sexta-feira, 30 de setembro de 2011

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Sobre o final de uma novela diplomática, desfrutar de poucos prazeres e feiras livres.

Ando tão sem idéias sobre o que postar aqui, já que minha vida está na velha rotina repetitiva de sempre, boa, mas repetitiva, que até mesmo minha mãe que nunca viu a cara do blog já me perguntou se estou redigindo algo para publicar acá. Ela é daquele tipo de mãe que nem sabe usar um telefone celular, mas que acha que o filho é todo importante, o “bam bam bam” da sociedade virtual porque tem um blog. Tadinha dela, mal sabe que tirando dois ou três amigos e um amor virtual (que vale por mil, na verdade), eu sou a encarnação do Forever Alone. A parte boa é que eu não ligo mais tanto pra

quarta-feira, 21 de setembro de 2011

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Sobre saborosos glúteos, posições relativas e absolutas, Inri Cristo e facadas na coluna.

Antes de iniciar os assuntos de hoje, me pergunto o que é que está acontecendo com esse povo do blog, que deu uma desaparecida. Realmente quantidade não é nem de longe qualidade. Cento e quarenta e poucos seguidores e nas duas últimas semanas somente duas ou três pessoas comentaram. Eu sei que meus assuntos aqui não são os mais interessantes do mundo, mas, cara, por que você me segue se não tem o mínimo interesse em comentar? Pseudo-blogueiros são um saco mesmo.

quinta-feira, 15 de setembro de 2011

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Sobre roedores com sobrepeso, se desacostumar das pessoas e SMS's friamente calculados.

No domingo passado enquanto eu comia um pastel e bebia um suco sozinho na lanchonete perto de casa sentado em uma mesinha bem escondida nos fundos, fiquei lembrando por quantas situações ridículas a minha carência afetiva já me fez passar, atitudes impensadas e infantis que tomei, apenas para chamar a atenção das pessoas para mim. Mais especificamente estava

domingo, 11 de setembro de 2011

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Sobre bolos bizarros, inclusão religiosa digital e não ser mais tão jovem quanto se pensa.

Por gostar apenas de conviver com pessoas mais novas do que eu, às vezes me esqueço de que já não sou tão novo quanto penso que sou. Por não ter vivido uma infância e adolescência satisfatórias, hoje eu prefiro, apesar de todas as minhas responsabilidades (as quais cumpro com certeza), relacionar-me com pessoas mais novas do que eu. Por mais que me esforce, acho pessoas da minha idade ou mais velhas, muito enfadonhas e sem graça, a maioria delas não sabe diferenciar o desenho de um chapéu, com o de um elefante dentro de uma jibóia. Na verdade a maioria delas nunca sabe do que estou falando quando digo algo assim. Mas o caso é que, como disse, vivo pensando que ainda sou mais jovem do que realmente sou, esqueço-me que o

domingo, 4 de setembro de 2011

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Sobre missões lunares secretas, macacos revoltosos e uma semana realmente proveitosa.

Sei que vai parecer estranho começar a postagem assim mas pasmem, fechei essa semana com chave de ouro. Como já é de meu costume, não ouso dizer que "estou feliz", mas sim que estou passando por um período muito feliz de minha vida onde aparentemente as coisas estão andando como

Divague comigo