terça-feira, 31 de janeiro de 2012

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Sobre avanço e retrocesso, fotos rasgadas e quem sabe, retomar velhas funções.

Ontem se completou uma semana desde que recebi a notícia da minha demissão. Não estou nada bem, embora eu confesso, achava que ia me sentir bem pior, deitado no sofá, chorando e maldizendo a vida. Mas fazer isso adiantaria do que, me digam? Me permito algumas crises de auto-piedade e extrema falta de amor próprio, mas hoje, não todo o dia e toda a hora.
Quando digo que não vou me entregar, não vou deitar no sofá e chorar, não confundam as coisas, não pensem que não estou morrendo de vontade de fazer isso. Quando digo que não estou nada bem, é justamente pelo fato de estar fazendo um esforço sobre humano para manter as aparências, para me manter em pé, fingindo que estou conseguindo levar as coisas numa boa. Tenho 400 reais me sobrando no banco e agora, no início de fevereiro só tenho 300 e pouco para receber. Aí você pode até dizer: “Oras, muita gente passa o mês com muito menos que isso. Dê-se por satisfeito!”. Bem, isso e verdade e eu me daria por satisfeito se, como eu vivo repetindo cansativamente aqui, não tivesse que manter todas as despesas da casa, então o próximo mês é algo que realmente está me preocupando. O lado bom é que fevereiro só tem 28 dias.

terça-feira, 24 de janeiro de 2012

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Sobre apertar bastante o cinto, planos naufragados e a dúvida sobre a vinda de dias melhores.

Bom, como dizer isso de forma simples? Fui demitido na última segunda-feira, no dia em que voltei das férias, levei um pé na bunda, cartão vermelho, estou “in the street eye”. Acho que deu pra sacar né? Embora eu esteja obviamente começando a me preocupar, pois ficar desempregado nunca é agradável, estranhamente (ou não) não estou em desespero. Tenso sim, inseguro ao extremo, mas sei que entrar em pânico ou em depressão, nesse momento não vai ajudar.
Em verdade eu já estava meio desconfiado que isso fosse acontecer, pois como eu vivo dizendo aqui, fui contratado, mas praticamente não me passavam trabalho nenhum pra fazer e os poucos que eu fiz, nem sequer foram analisados direito. Estava apenas jogado num canto lá, como fico

sábado, 21 de janeiro de 2012

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Sobre sopas indigestas, pipas nada divertidas, colação de grau especial e o ano dos mortos-vivos virtuais.

Ok, não vivo no mundo da lua e nem acabei de voltar de férias do Canadá, mas confesso que até o meio dessa última semana eu não fazia a menor idéia do que são duas coisas: esse lance da tal Luíza que está no Canadá e algo muito mais relevante do que isso, as leis americanas S.O.P.A e P.I.P.A, antipirataria. Tá, do lance do suposto estupro no BBB eu fiquei sabendo, mas isso porque a mídia tem o costume de empurrar lixo garganta abaixo dos telespectadores.
Não sei se vocês notaram, mas um dos mais famosos sites de download do planeta foi fechado: O Megaupload. E não foi apenas fechado, foi fechado pelo Bureau

quinta-feira, 19 de janeiro de 2012

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Sobre palhaços diabólicos, perder grandes oportunidades de amadurecimento e características humanas.

Faltam agora 3 dias para que eu volte ao trabalho e a minha vontade é embarcar numa nave espacial e mudar de planeta, mas não vou me prolongar mais nesse assunto porque já há umas duas postagens tenho reclamado disso. Ou eu aceito que as coisas estão como estão no momento e tento mudá-las no decorrer desse ano ou eu piro e tudo o que faço é ficar reclamando que nada é como eu quero que seja. Por natureza sempre acabamos reclamando bem mais do que agindo, se fizéssemos o oposto pouparíamos muito tempo e dor de cabeça, mas enfim, grande parte da raça humana tem essa característica inerente.
Uma vez que nada em minha vida vai mudar caso eu mesmo não promova essa mudança, decidi que já que não posso mudar de emprego no momento,

segunda-feira, 16 de janeiro de 2012

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Sobre Vampiros de energia e suas características.

Estava lendo outro dia uma matéria interessantíssima publicada em uma revista maçônica de 2008 que achei perdida em casa chamada A Verdade (nome um tanto pretensioso pro meu gosto), que falava sobre os Vampiros de energia. Descobri depois, pesquisando no tio Google que esse texto existe aos montes pela internet, o que não me faz ter certeza absoluta de quem é o seu autor, se alguém souber, por favor me diga para que eu possa dar os devidos créditos. Achei a matéria interessantíssima e portanto decidi postá-la aqui. Creio que quem se der ao trabalho de ler vai achar bastante interessante também.

sexta-feira, 13 de janeiro de 2012

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Sobre retrabalho desnecessário, inglês ou cursinho e não se importar mais tanto com a estética.

Minhas férias estão na metade e eu continuo tão tenso quanto quando estava trabalhando. Daqui uma semana volto ao trabalho e estou muito deprimido, pois como já disse, estou insatisfeito lá. As últimas duas viradas de ano foram irrelevantes pra mim, nem boas nem ruins, mas essa, de 2011 pra 2012 foi péssima, pois estou sentindo uma desesperança, um pessimismo e tendo uma falta de perspectiva imensos. 
No final do ano passado o meu chefe me fez de palhaço, humilhou-me por causa de um erro que cometi no trabalho. Ao me flagrar atualizando meu currículo durante um horário mais calmo de serviço, sem me dizer nada resolveu se vingar, fiquei sabendo disso semanas depois. Começou a me pressionar,

domingo, 8 de janeiro de 2012

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Opiniões: O divino direito de falar merda (ou Porque religiosos não entendem nada sobre gays)



Uma das cousas que quero fazer mais esse ano aqui no blog é divulgar textos de outras pessoas (com os devidos créditos é claro) os quais ache de relevância. E navegando no domingo pela rede, vi no Facebook uma chamada para um texto muito interessante do Blog do @delucca (William De Lucca Martinez). Polêmico, mas muito interessante. E como disse meu amigo Giovani no Facebook: " Eu luto por qualquer causa que mereça defesa. Direitos dos LGBT estão inclusos na lista." Então segue o texto abaixo:




terça-feira, 3 de janeiro de 2012

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Sobre transtornos e traumas herdados, comemorações supervalorizadas e um novo dia de um novo tempo que começou.

Nesse último dia 31 de dezembro repeti para minha mãe e minha tia o mesmo discurso que venho fazendo nos últimos anos, sobre o quanto todas as datas comemorativas são supervalorizadas. Carnaval, páscoa, dia dos namorados, natal, ano novo, todas datas que um dia, sabe-se lá quando, foram inventadas por alguém. Sim, pois ao contrário do que muitos possam pensar, quando a vida surgiu pela primeira vez na face da Terra as datas comemorativas simplesmente não começaram a ser comemoradas magicamente. Alguém em algum momento da

sexta-feira, 30 de dezembro de 2011

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Sobre defuntos emplumados, vinhos vagabundos, somas ilógicas e vaginas ensangüentadas.

Ando totalmente desmotivado quanto ao que escrever no blog, pois percebi que ao que parece ninguém tem mais interesse em comentar aqui e isso me chateia um pouco, pois acredito que a essência de um blog é a interação que ele possibilita, os comentários, réplicas, tréplicas e tudo o mais. Não acredito em blogueiros que dizem escrever em seus blogs apenas por escrever, pra desabafar algo ou relaxar, independente dos outros comentarem seus textos ou não, afinal, se for assim a pessoa poderia escrever em um diário de papel ou simplesmente guardar uma pasta no PC, cheia de textos escritos no Word. Eu tenho pra mim que, se você faz um blog para narrar suas experiências pessoais, se escolhe um espaço público para fazê-lo, é porque espera alguma espécie de retorno, um feedback.

terça-feira, 20 de dezembro de 2011

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Sobre dores com periodicidade, melancolia e medo de errar meus alvos.

Minhas férias finalmente chegaram (faltam dois dias) e eu não tenho a mais vaga idéia do que fazer com elas. A lista de possibilidades é grande: Ler dois livros com mais de 500 páginas cada um, fazer caminhadas longuíssimas bem de manhãzinha todos os dias, fazer natação ou academia, ir à boate GLS a qual me propus e ainda não fui. E embora tenha todas essas opções para escolher, tenho medo de que, como sempre, acabe me acomodando e não fazendo nenhuma delas. Trinta dias parecem tantos, mas na verdade são pouquíssimos, passam voando e logo terei que voltar a trabalhar. Embora trabalhar seja um termo relativo, já que há um ano eu estou apenas jogado num canto da empresa, sendo raramente

Divague comigo