Metrossexual é um termo originado nos finais dos anos
90, pela junção das palavras metropolitano e heterossexual, sendo
uma gíria para um homem heterossexual urbano excessivamente preocupado com a
aparência, gastando grande parte do seu tempo e dinheiro em cosméticos,
acessórios e roupas de marca.
Foi usado pela primeira vez em 1994 pelo jornalista britânico Mark
Simpson e foi aproveitado pelas revistas masculinas britânicas e
norte-americanas para fazerem desta definição o seu público-alvo. Depois da sua
utilização ter decrescido nos EUA, o termo foi re-introduzido em 2000 a par da diminuição dos
tabus relativos à cultura gay (e com a qual este termo era
frequentemente confundido).
Eu não sou um cara bonito. Bom,
na verdade sou bem feinho, pelo menos é assim
que eu me vejo. Minha auto-estima, num grau de zero a dez está em menos um. Mas de uns anos pra cá me
tornei um cara que gosta de se cuidar da
maneira que pode.
"O Menino do Dedo Verde (em francês: Tistou les pouces verts) é um livro infanto-juvenil escrito por Maurice Druon em 1957, sendo este o único livro fictício e de linguagem infantil que o autor escreveu.
Um homem vai ao médico e fala que está deprimido. Diz que a vida parece dura e cruel. Ele se sente só, num mundo ameaçador onde o futuro é vago e incerto. O doutor diz..."O tratamento é simples. O grande palhaço Pagliacci está na cidade esta noite. Compre uma entrada para o show, vá vê-lo. Levantará seu astral". O homem começa a chorar e fala:
Fico realmente possesso quando as pessoas se acham no direito de agirem de certa maneira com você ou lhe dizerem o que pensam, mas quando você calha de fazer o mesmo com elas, elas ficam ofendidas, revoltadas.
O que é trauma? A palavra trauma é oriunda do grego (tráuma), a qual significa ferida. Atualmente, utilizamos quase todas suas derivações, por exemplo, traumatismo e traumatizante. Entretanto, segundo Luís Mir, hoje há uma consolidação do uso da palavra “trauma” para aspectos psíquicos e “traumatismo” para os físicos. O trauma psíquico pode ser percebido quando um indivíduo, após algum choque emocional violento, passa a modificar sua personalidade, sensibilizando-a em relação a emoções da mesma natureza e podendo desencadear problemas psíquicos.
Referências:
1. AmericanCollege of Surgeons Committee on Trauma. Advanced Trauma Life Support, Chicago, 2002, Author.
2. Freire, C. S. Evandro. Trauma a doença dos séculos, edição: 2004, SP, Atheneu Rio, 2004.
3. National Association of Emergency Medical Technicians em colaboração com o Colégio Americano de Cirurgiões. Atendimento pré-hospitalar ao traumatizado: básico e avançado, 5ª ed, RJ, Elsevier, 2004.
4. Mir, Luís. Guerra civil: estado e trauma, São Paulo: Geração Editorial, 2004.
Dizem os especialistas e a música da Legião Urbana que o mal do século é a solidão. Alguns intelectuais e pensadores apostam na depressão, o individualismo, a inversão de valores morais e até mesmo a falta de temor a Deus. Eu ouço isso desde o século passado (me senti velho agora).
O Pequeno Príncipe é um livro escrito pelo autor, jornalista e piloto francês Antoine de Saint-Exupéry. Foi escrito em 1943, um ano antes de sua morte. É sua obra mais conhecida. Do lado de fora parece ser um simples livro para crianças. O Pequeno Príncipe é na verdade um livro profundo, escrito de forma enigmática e metafórica. Um livro poético e filosófico sem igual. Esse livro foi traduzido para muitas outras línguas, sendo seu original em francês. Também dele foram feitos histórias para serem ouvidas, filmes e desenhos animados, além de adaptações.
Heiko Klug é um criativo alemão com apenas 25 anos de idade que, há mais de 10 anos começou a sentir o apelo da carreira gráfica quando contactava pela primeira vez a arte do grafitti. Em meados de 2004, com a vulgarização da informática e de ótimos programas de edição de imagem, aplicou grande parte dos seus conhecimentos no transporte do desenho de rua para um formato digital. Atualmente, apesar dos seus dotes artísticos, tenta ainda encontrar um local onde possa iniciar uma carreira como media designer criativo. Não deixe de ver mais algumas imagens no seusite
Em um dos meus últimos posts falei sobre renovação, sobre a minha necessidade de renovação. O quanto eu preciso abandonar assuntos velhos e pendentes para poder prosseguir.
Recentemente conversando com a minha prima, fiz uma comparação muito interessante da minha relutância em deixar algumas coisas e pessoas pra trás, com mastigar um pedaço de churrasco ruim. Você põe na boca, mastiga, mastiga, mastiga, mas o naco de carne é tão borrachudo e indigesto que você não consegue nem engolir, nem cuspir, fica mastigando aquilo como um chiclete gorduroso e bizarro.
A Lei de Murphy é um ditado popular da cultura ocidental que afirma que "se alguma coisa pode dar errado, com certeza dará"."Se há mais de uma maneira de se executar uma tarefa ou trabalho, e se uma dessas maneiras resultar em catástrofe ou em conseqüências indesejáveis, certamente será a maneira escolhida por alguém para executá-la". A Lei de Murphy é comumente citada (ou abreviada) como "Se algo pode dar errado, dará" ou ainda "se algo pode dar errado, dará errado da pior maneira possível, no pior momento possível".
FICHA TÉCNICA
Título Original: Dragonball Evolution Gênero: Ação Ano de Lançamento: 2009 Qualidade: DvdRip Formato: Rmvb Áudio: Português Tamanho: 350Mb Servidor:Deposit Files
Sinopse:
O herói Goku (Justin Chatwin) tenta cumprir a promessa que fez ao seu avô antes dele morrer. Goku precisa reunir as sete esferas do dragão e impedir que o vilão Piccolo (James Marsters) utilize esse poder para dominar o mundo.
Coolors é uma companhia que usa o processo de silk screening para customizar a geladeira, tornado-a um raro objeto de arte, com imagens e cores de acordo com o seu estilo individual.
Gostar ou não gostar de alguém ou alguma coisa, a meu ver é questão de opinião. Às vezes coisas que você gosta muito, fulano detesta e vice-versa. Marcas de cerveja, tipos de mulheres ou homens, estilos de roupa, religiões. É como diz o ditado: “Gosto é que nem cú. Cada um tem o seu”.
Confesso que sou uma pessoa do contra, muitas vezes até chegando ao extremo de ser intolerante com diversos tipos de coisas. Às vezes me pego muito receptivo às coisas mais polêmicas, enquanto para outras, mais fáceis de aceitar, coisas as quais a maioria das pessoas vê como normais e comuns, sou muitíssimo contrário.
Não sei, acho que essa mesmice do mundo, essa padronização imposta sempre me incomodou muito.
E mais uma vez lá vou eu comentar sobre a hipocrisia humana. Daqui a pouco os leitores que até agora tem estimado meus textos vão começar a se encher disso, mas, contudo, todavia, entretanto, continuarei no tema até sentir que não tenho mais o que escrever sobre ele.
O fato é que a maioria das pessoas que conhecemos, bate no peito e se diz respeitadora da opinião alheia, fazem seus discursos inflamados de respeito ao próximo, besuntam a cara de óleo de peroba para abrir um belo sorriso e dizer pra quem quiser ouvir, o quanto são “mente aberta” para isso ou aquilo. Sexo, drogas, homossexualismo. Afinal, ser uma pessoa “mente aberta” para coisas polêmicas chega a dar um status quase que erudito, não é mesmo? É chique, é moralmente correto.
Eis que depois de dois parágrafos de enrolarão inicial eu entro finalmente no assunto do meu post. Futebol. Tudo a ver né? Bom, se eu conseguir chegar onde quero, tem a ver sim.
Eu odeio futebol.
Não, não é força de expressão não. Não estou dizendo odeio, com o intuito de dizer que acho “chato” ou “sem graça”. Digo odiar no sentido de realmente não suportar, ser totalmente avesso, sentir náuseas com a simples pronúncia da palavra.
Quando você fala para alguém que odeia determinado programa de televisão, que detesta beterraba, que acha a Angelina Jolie mais gostosa do que a Sharon Stone em Instinto Selvagem, um monde de gente talvez concorde, outro monte discorde, mas no final, mesmo munidos de uma controvérsia aqui ou ali, todo mundo respeita a opinião de todo mundo e não se fala mais nisso. Agora, experimente você expor ao mundo que não curte futebol. Mais que isso, você sendo homem, experimente dizer que realmente abomina futebol. Acho que se você dissesse que fez uma cirurgia de mudança de sexo e agora tem uma buceta no meio das pernas no lugar do teu pinto, o choque não seria tanto.
Desde o nascimento, o “ser humano homem do sexo masculino” (adoro essas piadinhas com palavras) já nasce tolhido do seu livre arbítrio quanto ao futebol. E não estou dizendo apenas quanto à escolha do seu “time do coração” (Deus, como eu acho ridículo esse termo), mas da forma como os pais-coruja temerosos já querem desde sempre, garantir que o seu filho cresça com tudo necessário para ser considerado um homem completo, um “macho com M maiúsculo”, o que inclui, além de um pinto grande, a paixão, muitas vezes doentia, por um time de futebol. De preferência o mesmo seu.
O enxoval do rebento inclui, além de lindas roupinhas azuis ou amarelas, pacotes e pacotes de fraldas descartáveis para o cagão, macacõezinhos que fazem o bebê parecer o Chucky o brinquedo assassino, também simpáticos gorrinhos com o escudo do time do coração, camisetinhas pólo transadas pra levar o garoto ao estádio ou mesmo só ficar na frente da TV nas quartas à noite, shortinhos, meiazinhas, sapatinhos de crochê, tudo graciosamente decorado com os motivos do time favorito (do pai).
O garoto cresce achando que gostar de futebol é mais comum e natural do que acordar de pinto duro de manhã. E só pra situar os mais ingênuos, acordar de pinto duro de manhã é da natureza do homem, ainda mais quando se está na seca ¬¬’.
Isso me lembra um episódio que vivenciei certa vez (não, nada a ver com meu pinto) em uma festa na casa do meu vizinho. Acho que eu devia ter uns 16, 17 anos, talvez menos, sei lá. Eu era um babaquinha sem boca pra nada.
Em dado momento, me vi numa roda de caras, tomando suas cervejas, comendo seus espetinhos e discutindo sobre futebol como se discutissem sobre a Bíblia (que por sinal ainda não li). Estava eu ali porque como sempre fui deslocado, ficava vagando de um canto pra outro nas festas e sempre acabava estacionando num canto certa hora onde passava o resto das festividades. Mas o caso é que conversa vai, conversa vem, um dos caras notou a minha presença na roda, virou-se pra mim e fez a pergunta que todo o homem sempre faz para todo o homem: “Que time é teu?”
Respondi da forma mais natural, calma, simples e porque não dizer inocente do mundo, que detestava futebol.
A rodinha se calou. Ficaram olhando para mim atônitos, como se estivessem vendo uma anomalia da natureza. A expressão de surpresa nos rostos deles ficou marcada na minha memória até hoje. Não porque me ofendeu ou me deixou sem graça, mas porque a tamanha surpresa deles me surpreendeu mais ainda. O que diabos eu tinha dito de tão anormal pra provocar esse tipo de reação?
Eu não sei, vejo o futebol apenas como mais um modismo social, assim como o carnaval, programas de TV dominicais e euforia por olimpíadas que vão custar um dinheiro ao país que poderia ser usado para benefício do povo.
É lógico que eu não desprezo o seu valor enquanto esporte, enquanto atividade física, apesar de também detestar praticá-lo mesmo nesse sentido Mas daí a fazer disso uma “profissão”, e digo mais, uma profissão digna de adoração, pra mim não cola.
Os desenhos de Banksy (um indivíduo? um colectivo? a dúvida subsiste...) continuam a surpreender. Apesar de surgirem um pouco por todo o mundo, e às vezes até em locais remotos, Londres parece ser o seu centro privilegiado de operações. Os seus mais recentes trabalhos na capital britânica continuam a desconcertar pela originalidade e irreverência. O seu estilo é inconfundível. Banksy não se limita a desenhar nas paredes; qualquer superfície lhe serve e quanto mais improvável, mais criativo é o seu trabalho...
Confesso que sou viciado em Orkut, não saio do MSN quando estou em casa, fico apertando F5 a cada cinco minutos na minha página de recados pra ver se tem algo novo (o que geralmente é raro), mas, apesar de contaminado por mais esse modismo tecnológico, não consigo deixar de perceber o lado ridículo e hipócrita disso tudo.
Eu sinceramente não acredito em amizades virtuais. Me desculpem aqueles que me tomam como amigo virtual, mas, a minha definição de amigo é bem mais ampla. Considero as pessoas estranhas com quem tenho contato na internet, apenas meus “queridos conhecidos virtuais”.
Como disse, amigo para mim é algo bem mais abrangente. Não é só alguém simpático, bacana, um ouvinte atencioso com algo em comum comigo. O amigo para mim tem uma definição quase que física. Eu tenho que vê-lo, tenho que tocá-lo, senti-lo. Saber que eu posso estar com ele e que, quando eu realmente precisar, que ele possa estar comigo.
Em minha opinião a “evolução” humana banalizou muitas coisas, entre elas o amor e a amizade. As pessoas adotaram a premissa de que quanto mais rápido, mais fácil. E as coisas não são bem por aí. Com o advento do Orkut então, o chamado “site de relacionamentos”, creio que a coisa desandou de vez.
Existem amores que se formam na internet? Sim, porque não? Não posso negar. Amizades? Também.
Não vou generalizar, não vou dizer que o Orkut todo é uma droga e que o MSN é inútil. Eu mesmo vejo até uma boa utilidade para essas ferramentas se bem usadas mas, sei lá, é a forma como isso se desenvolve que soa meio hipócrita.
Tenho dezenas de contatos. Dessas dezenas eu realmente conheço algumas poucas dúzias. Ouso dizer que talvez menos de duas dúzias.
Dessas dúzias, eu apenas realmente tenho amizade com menos de dez. A grande maioria são amigos de amigos de amigos, pessoas que me acharam em alguma comunidade e gostaram do que escrevi, ou mesmo alguns que acharam a minha foto “bonitinha”.
Aí eles pedem para serem adicionados aos seus contatos, você adiciona... E daí? E depois? Ficam lá, pendurados no seu perfil como enfeites de natal fora de época.
A coisa rola tão automática que nem sequer nos damos mais conta da famosa pergunta que o Orkut nos faz cada vez que adicionamos alguém: “Fulano de Tal é seu amigo?”. Sim? Não?
Abram seu Orkut, olhem seus contatos e respondam para si mesmos, dos montes de Fulanos da sua lista de contatos, quais deles são realmente seus amigos? Por que você os adicionou? Alguns com certeza você nem se lembra mais. Outros, por um motivo passageiro, que já teve a sua razão de ser
Contudo você acaba os deixando lá, afinal, se não servem pra nada também não atrapalham. Montes de amigos virtuais hoje em dia é sinal de status. Que perdedor hoje em dia tem seu Orkut vazio? Confesso que até o meu motivo é esse. Qual é a graça de um Orkut vazio? De um MSN sem suas luzinhas verdes, laranja e vermelhas de status?
No final das contas, se você for parar pra analisar, amizade, amor e contatos são as últimas coisas que todos procuram em lugares assim. As pessoas, todas elas são carentes por natureza e partilham do mesmo medo. O de perceberem que estão mais sozinhas do que pensam. Elas não buscam. Esperam ser encontradas no meio de uma multidão virtual.
Dizem que ser digno de pena é pior do que ser digno da raiva de alguém.
Eu sou digno da pena das pessoas. Embora viva procurando negar isso, o meu comportamento autodestrutivoconsciente, acaba levando a isso. Pior, eu descobri que quero isso. E não posso nem afirmar que “no fundo” quero isso. Acabo deixando isso explícito pela maneira como chego quase a implorar a atenção dos amigos.
Acho que já citei aqui, que devo ser tão hipócrita quanto às pessoas as quais julgo tão implacavelmente. Possuo todos os defeitos delas ou mais. Por mais que eu procure ser franco, por exemplo, estou sempre mentindo um pouco para mim mesmo, não querendo ver em mim o que aos olhos dos outros é evidente. Medo de admitir que talvez as pessoas me conheçam melhor do que eu mesmo, que saibam mais sobre mim do que eu afirmo saber delas. Admitir isso é admitir uma ignorância grande. E acredito que seja esse o meu medo. Acredito que seja esse o medo de todo mundo. Como disse, no final das contas sou como todos. E pensando um pouco, não é assim que no final das contas tem de ser?
Deprimidos, por sua natureza se sentem diferentes do resto do mundo, seja pra menos ou pra mais. Talvez para mascarar seu complexo de inferioridade, eles se armem de um falso complexo de superioridade na esperança de se sentirem especiais, de se sentirem menos vítimas e mais senhores do seu destino.
Acredito que na ânsia, no desespero de sentirem que não estão tão perdidos, tão confusos quanto estão, vestem uma armadura e colocam uma máscara de sapiência que na verdade não possuem. E no fundo eles sabem disso, eu sei disso.
Eu realmente acredito que a depressão deixa as pessoas mais sensíveis, mais sentimentais, mais perceptivas a coisas que para a maioria das pessoas ditas “saudáveis”, de repente pode passar batido. Eu realmente percebo coisas, sinto coisas que a grande maioria não consegue alcançar. Mas isso faz de mim superior? Menos ignorante?
Quando digo ignorante não falo no sentido de pouca instrução, mas sim no sentido de também ser tão limitado em achar respostas quanto qualquer um.
Munidos de nossa pseudo-sabedoria, acabamos achando que o mundo nos deve. Que ele deve adaptar-se a nós e não o contrário. Que por sermos diferentes, por vermos as coisas de forma diferente temos que ser aceitos por um mundo e por pessoas intolerantes e limitadas.
Mas o fato é que o mundo não vai mudar. Ele não vai mudar e as pessoas também não.
Talvez você consiga mudar algumas, no decorrer da sua vida, mas o mundo todo, todas as pessoas, mudar as situações, isso vai ser sempre o mesmo.
Estou refletindo sobre isso porque já ouvi duas vezes, de duas pessoas diferentes a mesma frase/opinião: “Você age de uma maneira como se quisesse que as pessoas tivesse pena de você!”
Eu tenho vários motivos para estar magoado com o Ricardo. Não abro mão disso. Mas a franqueza dele não pode ser um dos. Por mais defeitos que ele tenha (e ele tem dezenas), ser franco não é um deles, porque é o que eu também busco ser.
Ele me disse isso ano passado, e, dias atrás o Adriano me disse a mesma coisa.
Minha sensação inicial? Revolta. A gente sempre sente primeiro o que é mais fácil sentir. Admita a raça humana ou não, é mais fácil odiar do que amar. Isso é inerente ao ser humano.
Mas eu tenho para mim que, se uma pessoa diz algo sobre seu caráter, uma, duas vezes, várias vezes que seja, pode ser apenas uma implicância com você. Uma falta de tolerância.
Mas se várias pessoas notam um padrão de comportamento em você, creio que é uma coisa que deva começar a ser pensada. Pode ser que essa seja a imagem que você esteja passando. Que você queira passar.
Minha segunda sensação? Negação. Afinal como eu disse acima, admitir seus erros, suas limitações, sua fraqueza, é também admitir que você não é tão esperto quanto pensava ser e que talvez alguns te conheçam melhor do que você. E não se conhecer assusta.
Pessoas com depressão não agem diferentemente de pessoas sem depressão. Tudo o que sentimos, eles sentem. Medo, revolta, negação, solidão, inferioridade.
Bons ou maus, loucos ou sãos, sábios ou ignorantes, antes de tudo isso somos humanos. E por mais que alguns tentem mascarar e às vezes o conseguem da melhor forma possível, ninguém está isento de sentimentos sejam eles quais forem e por que motivos forem. O que ocorre é simplesmente saber como lidar com isso, creio eu.
Às vezes acho que não existem pessoas fortes ou fracas, dignas de admiração ou dignas de pena. Existem apenas aqueles que conseguem lidar melhor com seus problemas do que outros.
Lex Luthor é o presidente dos Estados Unidos, e um asteróide de kryptonita se aproxima da Terra. Luthor diz que esse acontecimento é parte de um plano maligno do Superman, e oferece uma recompensa de um bilhão de dólares pelas cabeças do Homem de Aço e seu “parceiro de crimes” Batman. Assim, super-heróis e super-vilões iniciam uma implacável perseguição a Superman e Batman, que têm de se unir - e recrutar uma superajuda - para repelir os ataques de seus inimgos, deter o asteróide, e descobrir o terrível plano arquitetado por Luthor para comandar bem mais do que a América do Norte.
Baseado nas histórias em quadrinhos de Jeph Loeb e Ed McGuinness, SUPERMAN/BATMAN: INIMIGOS PÚBLICOS traz em sua versão original os atores Tim Daly como Superman e Kevin Conroy como Batman (os mesmos atores que dublaram os heróis nas séries animadas da década de 90).
E cá estou eu em mais um final de semana igual a tantos. Nada pra fazer, ninguém pra conversar, nenhum lugar pra ir e sem um tostão pra gastar até o dia do pagamento. É complicado você trabalhar a semana toda na mesma rotina massacrante e saber que quando chegar o fim de semana, de nada vai adiantar porque vai dar tudo na mesma. Aqueles cretinos que tanto se diziam meus amigosno colégio, hoje estão cuidando de suas vidas sem sequer lembrar que eu existo ou que venderia a minha alma ao diabo por um pouquinho de companhia. O interessante disso é que eles tem tempo, eu sei que eles tem tempo. A maioria não sai do msn ou do Orkut. Bisbilhoto os recados de todos e os vejo trocando mil assuntos interessantes entre si. Então cheguei a conclusão de que o erro sou eu. Só pode ser eu. Devo realmente ser uma pessoa muito desinteressante. Já que por mais que eu procure puxar assunto, perguntar como estão, convidar para passeios, os filhos da puta tão sempre se recusando. Aquuela rolha de poço do Ricardo, se sabe da minha situação deve estar se rindo muito, todo cheio de si. Espero que se engasgue. Eu tava planejando escrever mais um dos meus textos longos e modéstia a parte, bem escritos, falar um monte de coisa, filosofar e tals, mas pra que? Quem é que lê essa joça? Quem é dos meus "amigos" que ainda está preocupado se eu estou vivo ou morto, se eu estou bem, feliz, sepreciso conversar, se preciso de companhia. Estão aí cuidando de suas vidas, das vidas de suas namoradas biscatinhas e de seus próprios problemas pessoais. E eu, todos os finais de semana na mesma, dias clones uns dos outros, previsíveis.